quinta-feira, 17 de setembro de 2009




No silêncio da verdade



Cala-te e ouça-te: sintas o silêncio do vazio que palpita entre teus peitos, perdido no caos do amor.

Jamais serás como antes: agora que conhecestes o labirinto da saudade.
Sentiras a solidão tal como sentes o aperto no coração; ou até pior.
Ninguém está isento de morrer e nascer; nascer e morrer e nascer, de novo.

Como cada pingo da chuva afeta algo, serás afetada na pele, mente e peito.
Mas estarás imune a dores que lhe façam perder cada gota do teu sorriso; lindo sorriso.

Quando sentires cansada, deite sobre o manto deste amor.
Ligue o rádio na canção que lhe fez perder os sentidos, e se perca no confuso sonho.

Jamais acordarás desta realidade- sonho pra uns:
Mas se um dia isso ocorrer, recolha o balde de suas lágrimas, pois precisarás delas.

Depois de tantos sonhos, não pare de escrever; alguém um dia irá ler.
Irão entender como és de verdade, e não como falam.

Volte a respirar e ponha um ponto final nisto; mas um final que dê começo a outra linha.

Um comentário:

Unknown disse...

Adorei essa parte - (...)Depois de tantos sonhos, não pare de escrever; alguém um dia irá ler.
Irão entender como és de verdade, e não como falam.
Volte a respirar e ponha um ponto final nisto; mas um final que dê começo a outra linha.

Vc já sabe o que eu acho né, mas vou falar
mesmo assim: linda poesia Breninho. Você escreve muito bem... ;)

=*